Pró-Reitoria de Graduação apresenta Programa de Desenvolvimento Estratégico para fortalecer gestão acadêmica e formação de coordenadores na Unicap - Unicap

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Pró-Reitoria de Graduação apresenta Programa de Desenvolvimento Estratégico para fortalecer gestão acadêmica e formação de coordenadores na Unicap

Publicado Por: Redação

A Pró-reitoria de Graduação da Unicap apresentou aos coordenadores de cursos de graduação o Programa de Desenvolvimento Estratégico da Gestão Acadêmica. O encontro aconteceu na tarde da última segunda-feira (30), no Pavilhão Maker. A iniciativa marca um novo momento institucional, com foco na qualificação da gestão, no fortalecimento da governança colaborativa e na consolidação de processos orientados por dados e evidências.

Conduzida pelo Pró-reitor de Graduação, Prof. Dr. Alexandre Ramos, a apresentação funcionou como uma prévia das ações que serão detalhadas ao longo do programa, o qual envolve coordenadores gerais de escolas e diferentes setores acadêmicos. A proposta está alinhada a movimentos iniciados ainda no ano anterior e ganha força com a criação de novas estruturas administrativas, como a Gerência de Desenvolvimento da Graduação, além do reposicionamento estratégico de instâncias como a Comissão Própria de Avaliação (CPA).

Um dos pilares do programa é a consolidação de uma cultura de gestão baseada em dados. Segundo o Pró-reitor, a tomada de decisão deve deixar de se apoiar exclusivamente em percepções individuais e deve passar a considerar indicadores concretos de desempenho acadêmico, permanência e evasão, assim como métricas externas, como Enade, CPC e avaliações in loco do Inep.

O Prof. Alexandre Ramos defende o uso sistemático de evidências na condução dos cursos. Ele também ressaltou a importância de acompanhar os indicadores de forma contínua: “Não apenas analisamos os resultados, mas preparamos nossos estudantes para enfrentar esses exames com maior consistência.
 

”Nesse contexto, o coordenador de curso assume papel central. A atuação dessas lideranças é considerada estratégica para os processos de avaliação interna e externa, com impacto direto no reconhecimento e na renovação dos cursos. A proposta institucional é comprometer-se com a formação continuada desses gestores, fortalecendo competências relacionadas à leitura de dados, à articulação curricular e à condução qualificada dos colegiados. "A coordenação de curso é o elo entre a proposta pedagógica e os resultados que a instituição apresenta", reforçou o Pró-reitor.

Três eixos estruturantes: currículo, avaliação e formação docente

O Programa está organizado em três eixos integrados, currículo, avaliação da aprendizagem e formação docente, com a proposta de que essas dimensões componham uma estratégia articulada, superando tratamentos isolados.

No eixo do currículo, o PPC é compreendido como instrumento vivo, que deve refletir o perfil do egresso e as demandas contemporâneas do mundo do trabalho, com estímulo a metodologias ativas, aprendizagem colaborativa e pensamento crítico. "Não é mais possível ministrar aulas no mesmo formato de 30 anos atrás", afirmou o Pró-reitor, acrescentando que "os conteúdos emergem por meio da resolução de problemas."


No eixo da avaliação, o foco é o uso sistemático de evidências. "O coordenador que subsidia decisões na análise de dados não aguarda o ciclo avaliativo do MEC para conhecer as fragilidades do seu curso."

No eixo da formação docente, o coordenador é posicionado como gestor de pessoas, responsável por engajar o corpo docente e alinhar práticas pedagógicas ao projeto formativo. A perspectiva da cura personalis, de tradição inaciana, orienta o acompanhamento integral dos estudantes.

O programa prevê, ainda, governança colaborativa, com integração entre cursos e decisões construídas coletivamente, e maior articulação entre setores como a CPA, a Gerência de Desenvolvimento da Graduação, o Núcleo de Apoio Pedagógico, a Unicap Digital e a Assessoria de Planejamento Acadêmico. "A ideia é que as decisões sejam construídas no coletivo", concluiu o Pró-Reitor de Graduação.


 

Formação contínua e institucionalização das práticas

O Programa de Desenvolvimento Estratégico da Gestão Acadêmica terá caráter permanente, com atividades formativas regulares ao longo do calendário acadêmico. A iniciativa será conduzida pela Pró-reitoria de Graduação em parceria com as coordenações gerais das escolas, alternando momentos de formação temática e diálogo institucional.

Ao final da apresentação, foi reforçado que o objetivo central é consolidar uma prática institucional constante. “A busca pela excelência na graduação exige diagnóstico rigoroso, envolvimento articulado e um trabalho contínuo que se traduza no cotidiano acadêmico”, concluiu o Pró-reitor.

Novo programa foca em governança colaborativa e fluxos orientados por dados

Na ocasião de apresentação do programa, a coordenadora geral da Escola de Educação e Humanidades, Profª Drª Flávia Ramos, representou os demais coordenadores gerais das escolas de Ciências Jurídicas e Empresariais; Saúde e Ciências da Vida; e Tecnologia e Comunicação. Logo no início, ela destacou o caráter coletivo da construção do novo modelo. “Estamos todos juntos nesse processo”, afirmou.


Um dos pontos centrais da apresentação foi a compreensão da governança acadêmica como elemento estratégico para a Universidade. Segundo Flávia, o conceito vai além da organização de rotinas administrativas. “A gestão acadêmica exige articulação, clareza e intencionalidade a cada nível de decisão. Não se trata apenas de organizar processos, trata-se de construir uma cultura institucional orientada pela qualidade e pela colaboração”, explicou.

Esse movimento está formalizado na Resolução nº 001/2026, que institui o modelo de governança acadêmica por Escolas. O documento estabelece diretrizes para a organização da gestão, define fluxos estruturados e reforça a integração entre cursos, escolas e Pró-reitorias. “A resolução estrutura esse movimento, representa um marco da reorganização da governança acadêmica, estruturando responsabilidades, organizando os processos e fortalecendo a tomada de decisão em todos os níveis institucionais”, destacou Flávia.



Entre os princípios do modelo apresentado estão integração, articulação, clareza de processos e eficiência acadêmica. A proposta busca superar a fragmentação das demandas institucionais, promovendo maior previsibilidade e transparência nos fluxos de trabalho.

Nesse contexto, as escolas assumem um papel estratégico como instâncias intermediárias. Elas passam a organizar a gestão acadêmica, articular demandas dos cursos com as diretrizes institucionais e acompanhar a execução dos processos. “Temos um papel estratégico na governança, garantindo fluxos de comunicação eficazes e coerentes entre cursos e Pró-reitorias”, pontuou.

Fluxos estruturados e decisões baseadas em dados

Um dos avanços destacados no programa é a implementação de fluxos acadêmicos estruturados, com definição clara de etapas, responsabilidades e prazos. A lógica estabelece que toda demanda dos cursos deve passar obrigatoriamente pela coordenação geral da Escola antes de seguir para as pró-reitorias.

Ao apresentar exemplos práticos, Profª. Flávia Ramos detalhou como funcionará esse fluxo. “Todo e qualquer processo formal passa obrigatoriamente pela coordenação geral da Escola antes de chegar às Pró-reitorias. A coordenação geral analisa, fundamenta e encaminha a demanda”, explicou.

Esse modelo busca reduzir retrabalho, aumentar a eficiência e qualificar a tomada de decisão. “A gente precisa entender por onde o fluxo circula. Ele é fundamental para garantir que o modelo seja aplicado de forma uniforme em todas as Escolas e cursos”, reforçou.

Além disso, a proposta está alinhada a uma gestão orientada por dados e evidências, permitindo decisões mais estruturadas e maior alinhamento institucional.

Durante a explanação, a professora também destacou que a efetividade do modelo depende do engajamento de toda a comunidade acadêmica. “Todos nós somos partícipes e responsáveis por todas as demandas que estão dentro da nossa instituição. Nós somos a Universidade”, afirmou.


Entre os desafios apontados estão a implementação consistente do modelo e a necessidade de promover um entendimento compartilhado dos fluxos e responsabilidades. “A gente precisa garantir que o modelo seja aplicado de forma uniforme e fortalecer uma cultura institucional orientada pela governança acadêmica participativa e responsável”, completou.

Com a adoção do novo modelo, a expectativa é de avanços significativos na organização do trabalho acadêmico, no alinhamento entre instâncias e na eficiência dos processos. A proposta também visa consolidar uma gestão mais robusta, integrada e baseada em informações consistentes.

Atuação da Gerência de Desenvolvimento da Graduação

Uma das novidades do dia foi a apresentação da Gerência de Desenvolvimento da Graduação (GDG), pelo novo gerente Prof. Dr. Carlos Jahn. Os principais pontos da fala foram o contexto para a criação da gerência, a definição, eixos de atuação e próximos passos da nova instância da graduação Unicap.

Em relação ao contexto, Jahn destacou algumas urgências que a graduação da Unicap precisa enfrentar. “Cada vez mais, o Ministério da Educação e as profissões que exigem currículos orientados a resultados de aprendizagem concretos — não apenas a conteúdos. A inteligência artificial e os ambientes digitais exigem currículos reconfigurados, novas metodologias e nova relação dos estudantes com o conhecimento. A gestão de cursos precisa de decisões baseadas em evidências reais, não apenas em percepções ou experiência acumulada. Necessidade de conectar-se com redes de educação superior e do debate global sobre educação superior. Necessidade de unidade institucional quanto a formação integral, responsável pelas pessoas e nossa casa comum”, ponderou.


Para responder com agilidade, assertividade e com timming, nasce a nova gerência. Ela vem para induzir, articular, implementar e acompanhar a inovação curricular, formação docente, transformação digital, acompanhar a qualidade com inclusão e focar na sustentabilidade. “Vinculada à PROGRAD, a GDG atuará de forma transversal, junto às Coordenações Gerais de Escolas, Coordenações de Cursos e demais instancias institucionais. Teremos como prioridade a sistematização, análise e transformação dados e evidências em conhecimento estratégico para a melhoria contínua da Graduação”, disse Jahn.

Em relação aos eixos, serão sete pilares, trabalhados de forma integrada e orgânica: inovação curricular, jornada do estudante, transformação digital, empreagabilidade e internacionalização, sustentabilidade institucional e indicadores de qualidade. “Daremos uma ênfase à jornada do estudante, do ingresso na Unicap à inserção profissional. Precisaremos organizar a concepção e acompanhamento da integralização curricular, identificação precoce de riscos e necessidades pedagógicas, oferecer opções para percursos formativos que ampliem a empregabilidade, monitorar a inserção profissional, aumentar as conecções com os arranjos produtivos e ampliar possiblidades de experiências formativas via mobilidades acadêmicas”, revela o novo gerente.

Para os próximos ciclos acadêmicos, a GDG já delineia ações concretas, como a elaboração de uma matriz de referência institucional, a formação continuada de coordenações e o desenvolvimento de um projeto piloto de currículos com matriz integrada, previsto para 2027.
Ao final da apresentação, Jahn reforçou o caráter colaborativo da proposta e o papel das coordenações no processo de construção.

“Queremos ser uma instância de suporte, mas também indutora, acolhendo as demandas e ajudando a fortalecer a graduação. Precisaremos trabalhar articulados com CPA, CGE, Procurador Institucional, NADD, Extensão, Unicap Digital e tantas outras instâncias,” concluiu.

O papel da Comissão Própria de Avaliação (CPA)

O novo coordenador da Comissão Própria de Avaliação (CPA), Prof. Antonio Tabosa, detalhou aos coordenadores de cursos de graduação a participação estratégica da CPA na coleta de dados para orientar decisões.

A proposta está ancorada em um novo ciclo avaliativo mais exigente, que articula diferentes instrumentos, como a autoavaliação institucional conduzida pela CPA, as visitas externas do Ministério da Educação (MEC) e o desempenho discente em exames nacionais.

Um dos pilares da nova abordagem é a integração entre avaliação institucional e gestão estratégica de dados. De acordo com os slides apresentados, cabe à CPA não apenas conduzir os processos avaliativos, mas também sistematizar informações, produzir indicadores de qualidade e fortalecer uma autoavaliação “formativa, transparente e participativa”.

Nesse contexto, Tabosa destacou o papel da CPA como articuladora de informações estratégicas para a tomada de decisão. “Nós precisamos aprofundar esses dados, saber o que esses dados estão nos falando, nos comunicando”, pontuou, ao defender uma leitura mais analítica dos indicadores institucionais.

A proposta inclui ainda a criação de fluxos de trabalho mais integrados entre coordenações, escolas e setores administrativos. A apresentação também evidenciou a ampliação da cultura de avaliação na Universidade, com ciclos contínuos envolvendo diferentes áreas do conhecimento. A organização por áreas permitirá monitoramento mais sistemático e preparação antecipada para exames e visitas externas.


Tabosa alertou para os impactos diretos dos indicadores institucionais na percepção pública da Universidade. Diante disso, ele enfatizou a necessidade de alinhar desempenho acadêmico e comunicação institucional. “Eu digo que a Unicap oferece uma formação de excelência, mas nós precisamos mostrar isso para a sociedade”, afirmou.

Outro ponto destacado foi a necessidade de avanço nas metodologias de ensino. Dados da autoavaliação indicam bom desempenho docente em domínio de conteúdo, mas apontam fragilidades na adoção de metodologias inovadoras.

Para Tabosa, esse é um desafio estratégico diante das transformações tecnológicas. “A inteligência artificial tem facilitado tanto a vida que o conteúdo está lá mas colocar o conteúdo na prática é outra história”, explicou. “A preocupação hoje é como operacionalizar o conteúdo na aprendizagem do aluno.”

A adoção de metodologias ativas, segundo ele, será cada vez mais exigida pelos processos avaliativos e pelo próprio mercado de trabalho, exigindo uma atuação integrada entre coordenações e instâncias de gestão acadêmica.

Os dados apresentados indicam avaliação global positiva da experiência acadêmica, especialmente na modalidade a distância. A média geral alcançou 4,35 (em escala de 1 a 5), com 80,6% de satisfação. O critério “participação” obteve melhor desempenho (4,6). Apesar dos resultados consistentes, Tabosa chamou atenção para a necessidade de ampliar a participação discente nas pesquisas institucionais. “Nós vamos ter que motivar esses alunos a responder essa pesquisa. A Universidade quer melhorar”, destacou.

A análise de dados também revelou tendências importantes para o planejamento institucional, como a concentração de matrículas em áreas específicas e a necessidade de reposicionamento de cursos com baixa demanda e conversão.

Nesse cenário, a proposta de governança colaborativa ganha força ao estimular o compartilhamento de recursos e competências entre cursos e escolas. “Não é cada um na sua caixinha, vamos ter que pensar o conjunto da obra”, reforçou Tabosa.

Ao final da apresentação, o coordenador da CPA destacou que o fortalecimento da avaliação e da gestão por dados está diretamente ligado à missão institucional da Universidade. “Nós somos responsáveis para que o estudante saiba as competências necessárias para se empregar lá fora”, afirmou.

A meta, segundo ele, é formar profissionais capazes de se destacar no mercado e contribuir para a transformação social. “O nosso desejo coletivo deve ser formar o nosso discente de tal forma que ele seja disputado no mercado”, concluiu.

Nova Coordenação Geral Escolar aposta em tecnologia para otimizar fluxos

A Coordenação Geral Escolar (CGE) também fez parte da apresentação do novo programa. O coordenador Marcello Paiva detalhou mudanças estruturais que reposicionam o setor — antes operacional — como núcleo estratégico orientado por dados, tecnologia e integração institucional.

Segundo Paiva, a transformação passa por uma revisão profunda dos fluxos internos e pela adoção de uma lógica de governança colaborativa. “A gente tem uma ferramenta que hoje é uma Ferrari e a gente estava utilizando como Fusca. Então essa modernização do fluxo hoje já está acontecendo”, afirmou, ao destacar o potencial até então subutilizado dos sistemas institucionais.

Um dos exemplos apresentados foi a padronização das atividades complementares, que passaram a seguir um fluxo único digital. “Hoje o aluno entra, faz um percurso unificado e essa entrega está na plataforma. Então a Universidade hoje tem o controle de ponta a ponta”, explicou. A mudança elimina fragmentações anteriores entre as escolas e amplia a capacidade de monitoramento institucional.

Outro ponto central da nova proposta é a substituição de solicitações informais por processos estruturados em sistema. “A gente tem que acabar com essa cultura do e-mail. Hoje o nosso controle tem que ser totalmente por sistema”, defendeu Paiva. A medida busca garantir rastreabilidade, transparência e maior segurança nos trâmites acadêmicos.


A automação de processos aparece como vetor de eficiência. Um caso citado foi a emissão de declarações acadêmicas. “Em 2025.1, 1.995 alunos pediram declaração de vínculo. Hoje esse sistema é totalmente automático”, disse. Com a digitalização e uso de QR Code, documentos passaram a ser emitidos diretamente pelo portal do aluno, reduzindo custos operacionais e ampliando a autonomia discente.

A integração de sistemas — com uso do Totvs Educacional e da plataforma Rubeus — também foi destacada como caminho para eliminar sistemas isolados. “O objetivo é tirar esses sistemas satélites e ficar com o menor número possível de sistemas integrados”, explicou.

Paiva enfatizou que a nova CGE atua como articuladora entre setores acadêmicos e administrativos, com participação ativa das coordenações de curso. “Fiz questão de passar em cada coordenação e pedir colaboração para a gente fazer essa governança do controle acadêmico”, relatou.

Na prática, isso já resultou em mudanças operacionais. Um exemplo é a descentralização de decisões para as escolas, como no caso de prorrogações acadêmicas. “Hoje a escola faz essa alteração e a gente acompanha por relatórios, porque também precisa saber o que está acontecendo em nível de cumprimento de prazo”, pontuou.

A gestão baseada em dados foi outro destaque da apresentação. Com dashboards estratégicos (BI), a Universidade passa a monitorar indicadores em tempo real, incluindo evasão, desempenho acadêmico e comportamento de matrícula.

Ele também ressaltou o ganho de agilidade na obtenção de informações. “Talvez o gestor já tivesse autonomia de gerar aquela informação e não precisasse mais me pedir esses dados”, disse, ao comparar o novo modelo com a dependência anterior de levantamentos manuais.

A incorporação da inteligência artificial (IA) promete ampliar ainda mais a capacidade analítica da CGE. Entre as aplicações previstas estão a validação automática de documentos, análise de equivalência curricular e gestão do acervo acadêmico digital. “A partir da semana que vem, provavelmente a gente já está na linha de produção da inteligência artificial”, anunciou.

Além disso, ferramentas de análise prospectiva deverão apoiar decisões estratégicas, como definição de vagas e acompanhamento do processo de matrícula, fortalecendo a preparação para avaliações externas, como as do MEC.

Para o gestor, a combinação entre tecnologia, dados e colaboração institucional posiciona a Universidade em um novo patamar de gestão. “Fluxos padronizados e transparentes, tomada de decisão baseada em dados precisos e uma governança participativa e colaborativa”, resumiu.

Ao final, Paiva reforçou que o objetivo é consolidar um modelo mais eficiente, integrado e alinhado às melhores práticas educacionais, com impacto direto na experiência do estudante e na qualidade da gestão acadêmica.

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